
Uma geração sem limites, que não gosta de cobrança nem de se submeter a autoridade. Com acesso fácil e rápido às informações, cada vez mais cedo os filhos levantam bandeiras e desafiam os pais com conceitos e princípios, no mínimo, nada convencionais.
As famílias têm enfrentado, com isso, muitos desafios no que diz respeito à educação dos filhos. Segundo a educadora Cris Poli, a resposta está em “voltar às bases” bíblicas, além de recuperar a firmeza e a autoridade em casa, para a resolução dos problemas, desde os mais simples aos mais complexos, em qualquer fase da vida deles.
Ela assegura que os pais precisam decidir o que desejam passar como padrão de vida para os filhos. “Ensine ao seu filho o que é bom para a sua família. Seja claro e ajude-o a entender por que você escolheu esses valores”, orienta a educadora Cris Poli, que atua na direção pedagógica do Ensino Fundamental na Escola do Futuro.
Nesses tempos desafiadores, Poli aconselha os pais a mostrarem aos filhos a base cristã revelada na Bíblia. Assim, é preciso ensinar a eles o que a família considera como certo. “O mundo hoje tem o discurso de que o certo para você pode não ser para mim. E tudo bem”, expõe, acrescentando que a criança fica confusa. “É dessa forma que estão desconstruindo a família, ficando sem referencial e fundamento. Assim, surgem as confusões e os problemas”, opina.
A educadora pontua que o problema está sempre nos pais. Isso porque eles são os guias, o mapa para os filhos. Por isso, “amor e limites é uma receita boa, equilibrada. Não é o autoritarismo, é a autoridade que você exerce. Ser firme, sim, mas com amor, não o amor permissivo. É isso que faz bem às crianças”.
Cris lembra que a Palavra de Deus afirma que o pai e a mãe têm autoridade para educar os filhos. “Autoridade não é autoritarismo. Você deve ser amigável, mas não amigo”. De acordo com a educadora, “pai educa. Perante Deus, ele é o que mostra o caminho para os filhos”.



