
Após assistir ao espetáculo “Rei de toda a Terra”, dentro da programação do festival de Tabernáculos promovido este final de semana (20 a 22/10) pelo MIR Centro-Sul, o prefeito David Almeida (Avante), expressou o desejo de expandir para a cidade o evento organizado pela denominação evangélica da Praça 14, em Manaus. O evento reuniu pelo menos 7 mil pessoas em apresentações folclóricas com mais de 600 artistas, entre roteiristas, corpo de dança, músicos e coral.
“É uma celebração cristã fantástica que a igreja proporciona aos seus membros e, por que não expandir o evento para toda a sociedade manauara? O convite já foi lançado ao apóstolo Arão Amazonas, que preside a igreja, para que o espetáculo faça parte do Natal realizado na Ponta Negra, pois esse presente não pode ficar restrito a apenas ao templo evangélico e, sim um presente a ser dado para a cidade de Manaus”, declarou o prefeito em reunião com a liderança do MIR Centro-Sul.
Ele ainda fez questão de frisar que o evento não fica devendo nada a qualquer apresentação semelhante em palcos de outros países. “Esse espetáculo não fica a dever nada a espetáculos realizados em Israel e Estados Unidos, e é por isso que Manaus precisa conhecer, provar e ter essa oportunidade”, defendeu.
“Como toda a decisão que tomo parte do princípio de pedir orientação a Deus, estarei orando por esse convite que tanto nos honra, principalmente partindo do prefeito David Almeida”, resumiu o apóstolo Arão Amazonas.

FESTIVAL BÍBLICO – A “Festa dos Tabernáculos”, que é uma celebração bíblica, também é chamada de “Festa das Cabanas” e se refere a um dos três grandes festejos de judeus e cristãos por todo o mundo, que ainda lembram da Páscoa e Pentecostes anualmente. No original hebraico, significa Sucá, cujo plural é Sucot (tabernáculo), um abrigo temporário em cabanas.
Esse espetáculo não fica a dever nada a espetáculos realizados em Israel e Estados Unidos (David Almeida, prefeito de Manaus)
Para os evangélicos, essa festa é repleta de significados que retratam, por exemplo, a moradia “em cabanas”, uma habitação humilde e sem segurança cuja conotação espiritual é um símbolo que remonta à proteção divina. “Estar debaixo de um lugar com toda essa fragilidade reflete o quanto precisamos depender de Deus e de sua misericórdia”, compara o apóstolo Arão.



